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DOENÇA DE ALZHEIMER: FENÓMENO - EPIFENÓMENO
PARALELOS COM O 'EMARANHADO' DE PRÁCTICAS
Abstract:
A neuro-inflamação surge, na prática clínica portuguesa, como o parente mais do que pobre, mesmo esquecido, senão ostracizado, das abordagens contemporâneas da Doença de Alzheimer (DA). Por Cualquier razão de natureza corporativa idiossincrática, certamente inefável, à proposta de introdução de terapêutica anti-inflamatória, os médicos portugueses respondem, em coro, com numa resistência reflexa, deixando escapar, num suspiro enfadado, a pergunta anti-inflamatórios porque razão? Por um conjunto de razões, que só a epistemologia e o fado podem explicar de forma igualmente singela, esta interrogação foi adquirindo, mais e mais, uma tonalidade de à parte deslocado, sobretudo do corpo de informação corrente e comum sobre a matéria, para, mais e mais, tornar-se contraparte, no campo da cegueira, da pergunta, bengala para quê? Ou ainda, descendo ao detalhe deste artigo, drogas anti-maláricas na doença reumatóide? Com efeito, a DA nasce 'torta' e emaranhada, parecendo querer demonstrar, num rasgo de ironia fatídico, um ciclo repetitivo, auto-perpetuante, recapitulando, no registo meta-científico, aquilo que expressa na patologia ontológica individual quotidiana. Daí, que a componente da hipótese inflamatória, na base patogénica da doença, bem como as abordagens terapêuticas anti-inflamatórias, simples ou em combo, da DA, sejam aqui descritas como água que já passou por baixo da ponte, informação 'dada' que cumpre partir do princípio....
(*) Leiam o Artigo na integra, na página do Blog (‘O Estado – de Saúde –da Nação’) do site da SS – Saúde & Sistemas, Consulting n’Clinic ( http://www.saude-sistemas.eu/Blog/Blogger.aspx)